No Núcleo do Movimento Brasil Livre em São José dos Campos, ofereceram aula de defesa pessoal.

A aula de defesa pessoal realizada em São José dos Campos reforça a importância de ações práticas para fortalecer mulheres, aumentar a autoconfiança e contribuir no enfrentamento da violência.
No dia 25/10 foi promovido pelo núcleo de São José dos Campos uma aula de defesa pessoal, a idéia vai de encontro com a necessidade de oferecer como ação prática, formas de informar e fortalecer mulheres, principalmente vítimas de violência , pois infelizmente muitas mulheres ao serem vítimas de agressão e relacionamento abusivo, a autoconfiança vai sendo minada, e por esse motivo muitas não conseguem simplesmente reagir e se posicionar. Alguns estudos demonstram que a inclusão de aulas de defesa pessoal para mulheres, contribui fortemente como uma, entre outras medidas de políticas públicas, para prevenir a violência e aumentar a capacidade das mulheres referente à sua auto defesa. Nos estudos demonstram que mulheres que frequentam cursos de auto defesa são menos propensas à serem vítimas de violência. Isso porque consequentemente há o aumento da confiança e assertividade, pois a mudança psicológica tem muito mais impacto e resultado prático, pois a mulher consegue compreender o tamanho de sua coragem e força interior. E consequentemente essa mulher consegue se posicionar perante seu agressor, e diante da sociedade. Como medida de políticas públicas: Especialistas defendem o tema por considerarem fortemente resolutivo e aplicável. Alguns documentos e discussões políticas sugerem que a defesa pessoal deveria ser mais promovida e apoiada, por ser considerada uma forma de empoderamento corporal que desafia a construção de uma feminilidade vulnerável. No Brasil, foi noticiado um projeto piloto e a aprovação de um projeto semelhante no Senado Federal que obrigaria o estado a fornecer aulas de defesa pessoal para mulheres em Centros de Referência (CRAs) e outros equipamentos públicos, indicando uma tendência de incorporação desse tipo de treinamento nas políticas de assistência pública. E por fim, o projeto vêm de encontro ao momento do aumento da violência contra mulher no Vale do Paraíba, e o que mais a vítima luta para sentir: É segurança, uma forma de poder agir e se defender, por isso é tão vital oferecer oportunidade para soluções práticas.

No dia 25/10 foi promovido pelo núcleo de São José dos Campos uma aula de defesa pessoal, a idéia vai de encontro com a necessidade de oferecer como ação prática, formas de informar e fortalecer mulheres, principalmente vítimas de violência , pois infelizmente muitas mulheres ao serem vítimas de agressão e relacionamento abusivo, a autoconfiança vai sendo minada, e por esse motivo muitas não conseguem simplesmente reagir e se posicionar.

Alguns estudos demonstram que a inclusão de aulas de defesa pessoal para mulheres, contribui fortemente como uma, entre outras medidas de políticas públicas, para prevenir a violência e aumentar a capacidade das mulheres referente à sua auto defesa.

Nos estudos demonstram que mulheres que frequentam cursos de auto defesa são menos propensas à serem vítimas de violência.

Isso porque consequentemente há o aumento da confiança e assertividade, pois a mudança psicológica tem muito mais impacto e resultado prático, pois a mulher consegue compreender o tamanho de sua coragem e força interior.

E consequentemente essa mulher consegue se posicionar perante seu agressor, e diante da sociedade.

Como medida de políticas públicas: Especialistas defendem o tema por considerarem fortemente resolutivo e aplicável.

Alguns documentos e discussões políticas sugerem que a defesa pessoal deveria ser mais promovida e apoiada, por ser considerada uma forma de empoderamento corporal que desafia a construção de uma feminilidade vulnerável.

No Brasil, foi noticiado um projeto piloto e a aprovação de um projeto semelhante no Senado Federal que obrigaria o estado a fornecer aulas de defesa pessoal para mulheres em Centros de Referência (CRAs) e outros equipamentos públicos, indicando uma tendência de incorporação desse tipo de treinamento nas políticas de assistência pública.

E por fim, o projeto vêm de encontro ao momento do aumento da violência contra mulher no Vale do Paraíba, e o que mais a vítima luta para sentir: É segurança, uma forma de poder agir e se defender, por isso é tão vital oferecer oportunidade para soluções práticas.

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